Como se financia a nossa Comunidade?

As tarefas da nossa Comunidade integram a pregação e a pastoral, os bazares e concertos, os programas com os confirmandos, o trabalho com as crianças e os jovens, as visitas aos doentes e o acompanhamento de idosos, o apoio social a pessoas necessitadas – para além de muitas outros campos de acção. Celebrar as festas da vida, como o baptismo e o matrimónio, mas também viver a despedida e o acompanhamento das famílias enlutadas, eis as tarefas inerentes a uma Comunidade enraizada no espírito divino.

 

Há que executar, organizar – e afinal – financiar tudo isto.

Ano após ano, o Conselho Paroquial enfrenta o desafio de conseguir assegurar o financiamento dos vencimentos dos colaboradores, dos apoios sociais, da música sacra, da conservação da igreja, do centro paroquial e do cemitério, gastos com material de escritório, energia, telecomunicações, etc.

O trabalho comunitário duma paróquia no estrangeiro, como é o caso da IEAL, é sobretudo, e maioritariamente, financiado através das quotas dos seus membros e de donativos. As receitas provenientes de serviços de pastoral, como sejam o ensino escolar, a celebração de actos religiosos e o ensino de confirmandos para famílias que não são membros da paróquia, constituem outro pilar do financiamento. Há ainda proventos conseguidos através dum grande empenhamento de voluntários: citemos aqui o exemplo dos bazares de Natal e da Páscoa, a lojinha da igreja, ou o DEKL-Shop.

 

A Igreja Evangélica da Alemanha (EKD) subsidia o nosso trabalho. Porém, esse apoio, que muito agradecemos, apenas representa uma reduzida quota-parte de 10% do nosso orçamento. Assim sendo, as despesas com os vencimentos de cinco assalariados, com a administração dos quatro polos da nossa igreja em Portugal, a manutenção do Cemitério em Lisboa, bem como a manutenção e gestão da igreja e do centro paroquial são suportadas quase exclusivamente pelas quotizações voluntárias, por donativos e colectas. Por conseguinte, o orçamento da IEAL não tem quaisquer folgas, permitindo apenas investimentos modestos.

 

Para poder fazer face às suas tarefas espirituais, culturais e de acção social, a nossa Comunidade vê-se forçada a solicitar continuamente quotizações e donativos, patrocínios e subsídios.

A maior percentagem do orçamento é suportada pelos cerca de 280 membros inscritos e por pessoas ligadas à comunidade.

A nossa comunidade necessita da ajuda e do apoio dum máximo de membros. Só assim se torna possível assegurar um trabalho comunitário variado e apelativo.

 

Estamos gratos de, até este momento, termos conseguido vencer este desafio, ano a ano.

 

Terei todo o gosto em esclarecer qualquer outra dúvida que me queiram colocar.

 

Cordialmente,

Frank Tischler, Tesoureiro