O culto – bem ao centro de tudo

 

 

 

O culto é o centro da nossa comunidade. Sem a anunciação do evangelho por palavras, música e oração todo o restante trabalho levado a cabo na comunidade ficaria sem um elo interior.

 

 

O culto dominical, os cultos de baptizado, matrimónio, serviço fúnebre, confirmação, os cultos que celebram o Natal e a Páscoa, os cultos por outras ocasiões especiais: são eles a força motriz que nos alimenta, como cristãos, com aquilo que move os nossos corações e a nossa vida – o amor divino que nos é prometido através do evangelho de Jesus Cristo.

 

Os nossos cultos são celebrados em língua alemã. Cânticos que nos são familiares há décadas, o Pai Nosso e o Evangelho do Natal em alemão, tudo isto contribui para que conservemos uma identidade espiritual criada ao longo de muitas gerações.

Porém, acontece igualmente que sejam entoados cânticos e ouvidas leituras em português. Deste modo, sobretudo em cultos de maior relevo, os cônjuges de língua portuguesa sentem-se incluidos. Sempre que a congregação seja maioritariamente de língua portuguesa, como p.ex. em baptizados, o culto é celebrado na língua do nosso país de acolhimento.

 

Os nossos cultos celebram a vida que nos é oferecida. Eis o motivo de haver espaço para duas atitudes:

 

  • A dignidade, a seriedade, a faculdade para o silêncio e a oração: procuramos deste modo responder ao facto de nem sempre a nossa vida ser fácil, pois temos mais perguntas do que respostas, sentimos mais preocupações do que alegrias.
  • O riso e o resplandecer, a alegria manifesta e o prazer de cantar, a capacidade de celebrar sem constrangimentos e plenos de vivacidade: a nossa existência, na sua multiplicidade, é bela, enriquecedora, viva.

A seguir ao alimento espiritual na igreja, convidamos para um convívio no centro paroquial ou no jardim. Um chávena de café no inverno, uma taça de espumante para festejar a confirmação, um copo de vinho na festa do verão são outras tantas formas do encontro entre pessoas, após o culto.

 

Sejam muito benvindos!

 

 

 

se a tua porta se encontra aberta

 

se me escutas

 

se quiseres dizer-me algo

ou se não me dizes nada, por ser melhor assim

 

se tens prazer em partilhar comigo o pão e a mesa

 

e se me deixas ir, porque preciso de partir

 

então virei com gosto

 

então estaremos em nossa casa